O levantamento faz parte do ranking com as 500 maiores empresas do Sul, divulgado, ontem, pela Revista Amanhã e a PricewaterhouseCoopers (PwC). A forte expansão se deu mesmo com a enchente no Vale do Itajaí, em novembro, e a crise global, que prejudicaram as exportações, pilar importante da economia de SC. Quem ditou o ritmo do crescimento foi o setor de alimentos. Bunge, Perdigão e Sadia, no topo do ranking (veja quadro), respondem por mais da metade do faturamento total das cem maiores do Estado, R$ 48,7 bilhões. – O ano não foi tão ruim como se esperava. Houve crescimento de receita em muitas empresas, o que mostra que a economia da região está consolidada – afirmou Carlos Biedermann, sócio da PwC. O ranking Grandes&Líderes usa um indicador exclusivo, o Valor Ponderado de Grandeza (VPG), para medir o porte e a solidez das principais empresas do Sul. Ele leva em conta três fatores: patrimônio líquido (peso de 50%), receita bruta (40%) e lucro (10%). Na frente As 10 primeiras de SC*
1ª Bunge 2ª Perdigão e controladas 3ª Sadia e controladas 4ª Grupo Weg 5ª Tractebel Energia e controladas 6ª Celesc e controladas 7ª Eletrosul 8ª Seara 9ª Grupo Tigre 10ª Tupy e controladas *Por Valor Ponderado de Grandeza
Fonte: Revista Amanhã |